Stop all the clocks, cut off the telephone,
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.
Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling on the sky the message He Is Dead,
Put crepe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.
He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest,
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last for ever: I was wrong.
The stars are not wanted now: put out every one;
Pack up the moon and dismantle the sun;
Pour away the ocean and sweep up the wood.
For nothing now can ever come to any good.
W. H. Auden
quinta-feira, 23 de junho de 2011
sábado, 4 de junho de 2011
Só sei de mim pelos outros
Não me consigo entender! Só sei de mim pelos outros.
Até depois que me disse, e mesmo antes, só de mim sabia quando por mim procuravam. Não sei se assim será contigo ou se apenas sou o que o outro procura.
Venho já. Vou saber de mim.
Até depois que me disse, e mesmo antes, só de mim sabia quando por mim procuravam. Não sei se assim será contigo ou se apenas sou o que o outro procura.
Venho já. Vou saber de mim.
terça-feira, 10 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
domingo, 8 de maio de 2011
Excepção
"Wild And Free"
Don't give me something to hold in my hand
Something else to believe in
Cause I'm over it
And your reason for wanting to stay
Your reason for wanting to change
My reason for everything I've done to you...
I have tried but I don't fit
Into this box I'm living with
I could go wild
But you might lock me up...
And I have tried but I don't fit
Into this box you call a gift
I could be wild and free
But god forbid then you might envy me...
So don't give me love with a whole bunch of rules
'cause that kind of love is just for fools
And I'm over it
And my reasons for walking away
My reasons for wanting to change
My reasons for everything I lost with you...
I have tried but I don't fit
Into this box I'm living with
I could go wild
But you might lock me up...
And I have tried but I don't fit
Into this box you call a gift
I could be wild and free
God forbid then you might envy me...
I have tried but I don't fit
Into this box I'm living with
I could go wild
But you might lock me up...
And I have tried but I don't fit
Into this box you call a gift
I could be wild and free
God forbid then you might envy me...
I could be wild and free
God forbid then you might envy me...
I could be wild and free
Damien Rice
Don't give me something to hold in my hand
Something else to believe in
Cause I'm over it
And your reason for wanting to stay
Your reason for wanting to change
My reason for everything I've done to you...
I have tried but I don't fit
Into this box I'm living with
I could go wild
But you might lock me up...
And I have tried but I don't fit
Into this box you call a gift
I could be wild and free
But god forbid then you might envy me...
So don't give me love with a whole bunch of rules
'cause that kind of love is just for fools
And I'm over it
And my reasons for walking away
My reasons for wanting to change
My reasons for everything I lost with you...
I have tried but I don't fit
Into this box I'm living with
I could go wild
But you might lock me up...
And I have tried but I don't fit
Into this box you call a gift
I could be wild and free
God forbid then you might envy me...
I have tried but I don't fit
Into this box I'm living with
I could go wild
But you might lock me up...
And I have tried but I don't fit
Into this box you call a gift
I could be wild and free
God forbid then you might envy me...
I could be wild and free
God forbid then you might envy me...
I could be wild and free
Damien Rice
Não me ofereças flores
Não me ofereças flores.
Não me ofereças flores que as minhas razões são tão válidas como as outras.
Não me ofereças o que trazer nas mãos, o que me faz lembrar de tudo, que é com elas que eu crio.
Não me ofereças nada que me possa distrair.
Não me ofereças flores que as minhas razões são tão válidas como as outras.
Não me ofereças o que trazer nas mãos, o que me faz lembrar de tudo, que é com elas que eu crio.
Não me ofereças nada que me possa distrair.
Fecunda tristeza
Se, por estranho acaso, alguma vez passares por aqui Lisa, vê quão fecunda é a tristeza que nos oferece a beleza da criação.
domingo, 10 de abril de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Entardecia de novo no fundo do meu quintal e já não via o restolho que o sol deixava no mar.
Entardecia mais tarde que a tarde no meu quintal, entardecia de tarde que é de tarde que a tarde cai.
Ai tarde das minhas tardes não tardes nunca demais!
Tarde tardia não cumpras o teu ideal e deixa que o dia volte antes da noite aparecer.
Entardecia mais tarde que a tarde no meu quintal, entardecia de tarde que é de tarde que a tarde cai.
Ai tarde das minhas tardes não tardes nunca demais!
Tarde tardia não cumpras o teu ideal e deixa que o dia volte antes da noite aparecer.
Que deus por trás de Deus
Deus move o jogador e este move a peça.
Que Deus por trás de Deus o jogo começa?
Jorge Luís Borges
Que Deus por trás de Deus o jogo começa?
Jorge Luís Borges
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Já não era, só sonhei!
Diria de mim, depois de tudo ter sido dito, que queria tornar a ser tudo o que não cheguei a ser.
É; não fui, não sou, não vou ser sequer metade de mim! A outra minha metade será dita por ti talvez depois de eu ter sido.
É; já fui o que fui e ainda não sou o que fui. Estranha maneira de ver o futuro que direi: já não era, só sonhei.
É; não fui, não sou, não vou ser sequer metade de mim! A outra minha metade será dita por ti talvez depois de eu ter sido.
É; já fui o que fui e ainda não sou o que fui. Estranha maneira de ver o futuro que direi: já não era, só sonhei.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Teria dito que afinal serias imortal!
É pena que tenhas morrido, é pena que tenhas morrido e que nada me tenhas dito, que de nada me tenhas avisado. Poderia então ter ouvido a tua música e degustado, tragado, as tuas palavras. Teria dito que afinal virias a ser imortal.
No meu bairro
No meu bairro não há casas!
No meu bairro não há casas, não há paredes, não há senão as pesssoas que nele habitam. Não há saber maior que o meu, por demais sabido que não é de génio, e ,no entanto, já vamos entendendo que não vale a pena, não, não é que não a valha, mas antes que a não mereça.
No meu bairro não há lutas, não há pedradas, coisas soltas a voar, pedras que racham cabeças, não, não há.
No meu bairro habitamos nós, havemos os outros, os sem razão que, um dia, mesmo sem ela, lançaremos o sinal.
No meu bairro não temos credo!
"Acreditamos" na razão.
No meu bairro não há casas, não há paredes, não há senão as pesssoas que nele habitam. Não há saber maior que o meu, por demais sabido que não é de génio, e ,no entanto, já vamos entendendo que não vale a pena, não, não é que não a valha, mas antes que a não mereça.
No meu bairro não há lutas, não há pedradas, coisas soltas a voar, pedras que racham cabeças, não, não há.
No meu bairro habitamos nós, havemos os outros, os sem razão que, um dia, mesmo sem ela, lançaremos o sinal.
No meu bairro não temos credo!
"Acreditamos" na razão.
domingo, 9 de janeiro de 2011
A Palavra que disse ficou escrita!
Toda a palavra que eu disser ficará escrita para a podermos rever sempre que alguém duvidar daquilo que eu já disse!
Diga eu o que disser e a memória me atraiçoar: escrevi.
Diga eu o que disser e a memória me atraiçoar: escrevi.
sábado, 1 de janeiro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)